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Programa de Voluntariado: o que é e por que ter um?

Saiba como criar um Programa de Voluntariado claro e bem estruturado para captar e manter pessoas dispostas a doar tempo e esforço para o Terceiro Setor.

  • Diego Ribas AdiersDiego Ribas Adiers
  • 5 de junho de 2025
  • Terceiro Setor
Voluntariado

Não basta ter voluntários, é preciso mantê-los engajados na sua causa. E isso só é possível se a organização possui um Programa de Voluntariado claro e bem estruturado para captar e manter pessoas dispostas a doar tempo e esforço para o Terceiro Setor.

Porém, existem muitas dúvidas que permeiam o assunto: o que é o trabalho voluntário? Qual o contexto atual no país? Como desenvolver um bom Programa de Voluntariado? Como manter os voluntários engajados? Quais os benefícios?

Se você também tem essas e outras dúvidas sobre o Programa de Voluntariado no Terceiro Setor, não se preocupe. Venha conosco e entenda tudo sobre o assunto!

O que é o Trabalho Voluntário?

Segundo a legislação: “Considera-se serviço voluntário a atividade não remunerada prestada por pessoa física a entidade pública de qualquer natureza ou a instituição privada de fins não lucrativos que tenha objetivos cívicos, culturais, educacionais, científicos, recreativos ou de assistência à pessoa”. A Lei nº 9.608, de 18 de fevereiro de 1998 é a que define o trabalho voluntário.

Mas vale ressaltar que o trabalho voluntário não configura vínculo empregatício ou qualquer obrigação trabalhista e/ou previdenciária.

Quem pode ser voluntário?

Jovens, adultos e idosos, independentemente da idade. Contudo, para os menores de 18 anos, o Termo de Adesão e Plano de Trabalho Voluntário deverá ser preenchido e assinado pelos pais ou responsáveis legais.

O serviço voluntário precisa estar previsto em contrato escrito. Conforme o artigo 2ª da Lei 9.608/1998 é necessário a celebração de Termo de Adesão, no qual deve constar a correta identificação da entidade e do prestador do serviço voluntário, natureza do serviço e as condições para o seu exercício (carga horária, material de apoio e afins).

Contexto brasileiro do Voluntariado

Após entender mais sobre o que é e quem pode fazer trabalho voluntário, trouxemos alguns dados importantes sobre o voluntariado no país. Isso ajudará a entender melhor o contexto atual e a traçar estratégias para desenvolver um bom Programa de Voluntariado no Terceiro Setor. Veja abaixo:

  • 57 milhões de pessoas voluntárias no Brasil em 2021;
  • O maior motivo de ser voluntário é a solidariedade (74%);
  • A maioria dos voluntários, com 51%, são mulheres;
  • 40% estão na faixa de 30 a 49 anos;
  • 50% possuem o ensino médio completo;
  • Focos mais frequentes da atividade voluntária: público em geral 36%, famílias e comunidade 35%, pessoas em situação de rua 25%, crianças e adolescentes 25%;
  • A principal atividade voluntária continua sendo a captação e distribuição de recursos com 41%; 
  • Tempo médio em horas dedicadas por mês à atividade voluntária cresceu de 5h (2011) para 18h (2021);
  • Além de doar tempo, voluntários contribuem de outras formas, como doações em geral (95%) e doações em dinheiro para causas e organizações (50%);
  • 95% acreditam que o trabalho das organizações e entidades que promovem o voluntariado possui grande credibilidade junto aos voluntários.

(Fonte: Pesquisa Voluntariado no Brasil 2021)

Agora, sabendo mais sobre o contexto do voluntariado no Brasil, partimos para o desenvolvimento de estratégias e etapas.

Desenvolvendo um bom Programa de Voluntariado

Definir bem as etapas dentro do Programa é essencial para garantir seriedade e constância na realização das atividades. Além de que, o nível de organização no Programa de Voluntariado é um fator crucial para a satisfação e engajamento do voluntário.

Por isso, separamos algumas etapas para desenvolver um bom Programa de Voluntariado no Terceiro Setor. Sempre com objetivo de gerar uma experiência satisfatória tanto para os voluntários, quanto para a organização. Confira:

Definição da estratégia

Defina quais serão as áreas de atuação voluntária e as possibilidades de trabalho voluntário dentro da instituição. Avalie:

  • Quais áreas da organização vão receber os voluntários?
  • Quais serviços poderão ser prestados por voluntários?
  • Quem será o Responsável pelo Programa?

Escolha do Responsável

A organização deve designar alguém para ser responsável pelos voluntários, garantindo um programa bem estruturado e definido. Algumas funções que serão desenvolvidas por este profissional:

  • Criar o perfil das vagas;
  • Recrutar e selecionar candidatos;
  • Fazer o acolhimento dos voluntários na organização;
  • Orientar e fornecer treinamentos;
  • Monitorar e avaliar as atividades desenvolvidas;
  • Valorizar e ouvir os voluntários.

Criação das Vagas

As vagas que serão criadas devem levar em consideração as necessidades da organização. Faça um levantamento de quais áreas mais precisam de ajuda e tenha resultados melhores.

Como vimos anteriormente, uma das maiores motivações do voluntário é a sensação de estar ajudando o próximo, o ato de solidariedade. Além disso, outro fator que impacta a motivação é a identificação com o projeto, ou seja, quanto mais a pessoa se sente identificada com os valores da causa a ser desenvolvida, maior será o engajamento e interesse. Visto isso, é essencial expor a missão e valores da sua organização, mostrar os resultados que já foram obtidos e os efeitos que a ajuda do voluntário irá trazer para a sociedade.

Outras informações importantes também devem constar na vaga, como o perfil do voluntário, abordando conhecimentos básicos, habilidades desejadas, disponibilidade de tempo e, principalmente, quais atividades serão realizadas no Programa.

Divulgação das Vagas de Voluntariado

A melhor estratégia de divulgação é focar nos canais onde os possíveis voluntários estão ou que mais utilizam. Segundo a pesquisa de 2021, 84% dos voluntários se informam sobre causas e vagas a partir das redes sociais, como Facebook, Instagram e WhatsApp. Outra maneira de buscar voluntários é através de parcerias com empresas, a filantropia corporativa está em constante crescimento no Brasil, 15% dos voluntários que participaram da pesquisa afirmam que realizam o voluntariado organizado por empresas.

Recrutamento e seleção

Durante as seleções feitas através de entrevista, é importante fornecer mais informações sobre a organização, mas também é necessário coletar informações sobre o candidato. Analise o perfil, as características e compare com os requisitos da vaga, a fim de que exista alinhamento entre as expectativas do voluntário e da organização.

Acolhimento

A fase de acolhimento é de grande relevância para a percepção do voluntário, já que é o primeiro contato que terá após ingressar no Programa de Voluntariado da organização. Causar uma boa impressão é essencial, logo, é preciso que todos os envolvidos na entidade acolham o novo voluntário de maneira profissional. Dinâmicas de apresentação funcionam muito bem nessa etapa, tanto dos colaboradores, quanto do voluntário. Também é importante realizar um tour pela organização, mostrando as instalações e o local de trabalho, para que a adaptação ocorra com maior facilidade.

Orientação e capacitação

Depois do acolhimento, é hora de orientar e capacitar o voluntário. O Responsável pelo Programa de Voluntariado deve fazer o acompanhamento inicial, explicando o funcionamento da organização, também deve fornecer uma capacitação técnica e formativa para explicar o desenvolvimento do trabalho, quais são as atividades, os prazos e quais ferramentas serão utilizadas.

Posteriormente, o colaborador que terá o apoio do voluntário poderá acompanhá-lo e orientá-lo mais frequentemente, mas sempre mantendo um canal de comunicação aberto entre o voluntário e o Responsável pelo Programa.

A oferta de cursos e palestras deve ser um ponto de atenção para as organizações, já que, no comparativo das pesquisas feitas em 2011 e 2021, esse foi um dos aspectos que apresentou queda no contentamento dos voluntários.

Engajamento

Entre os voluntários insatisfeitos e menos entusiasmados que participaram da pesquisa, a falta de motivação e de apoio/recursos são os fatores que trazem a desmotivação. Por isso, a fase de Engajamento é uma das mais importantes, mas nem sempre é lembrada. Algumas ações que podem ajudar nesta etapa:

  • Reconhecer e valorizar conquistas e sugestões;
  • Incentivar a integração com a equipe, transmitindo senso de pertencimento;
  • Dar e receber Feedbacks, mostrando a evolução e resultados obtidos.

Também é valido desenvolver planos de crescimento para o voluntário dentro da organização, com novos projetos e desafios, além de convidar voluntários que se destacarem para coordenar outros voluntários. As ações de Engajamento irão refletir na motivação, empenho e comprometimento com o trabalho e com a entidade.

Benefícios de ter um Programa de Voluntariado

Desenvolver um Programa de Voluntariado para sua organização do Terceiro Setor pode trazer muitos benefícios, como:

  • Crescimento da divulgação da entidade e projetos;
  • Aumento da captação de recursos e alcance;
  • Ampliação da rede colaborativa;
  • Maior engajamento em ações;
  • Redução de custos.

Gostou de aprender mais sobre como desenvolver um Programa de Voluntariado no Terceiro Setor?

Aproveite e conheça também “5 dicas para aumentar a visibilidade nas redes sociais”. Boa leitura!


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